Mercado de trabalho para Farmácia é promissor

      Para quem gosta de ciência médica, laboratório e a gerência no uso correto de medicamentos, uma opção bastante visada tem sido os cursos de Farmácia. Uma área essencial, onde o consumo de remédios tem gerado uma cadeia que movimenta e impulsiona esse mercado de trabalho. Geralmente não faltam vagas nessa área de atuação, ainda mais para aqueles que gostam de lidar com pessoas e têm habilidade nas áreas de matemática, física, química, biologia e botânica.
      O profissional da área deve se responsabilizar com a saúde do indivíduo, e ter curiosidade e saber atender as pessoas para que haja combinação para a criação de novas fórmulas, que serão usadas de modo coletivo ou individual. Para Eline D. Bortolo, farmacêutica e bióloga, e professora no curso técnico em farmácia da Futura, o farmacêutico é um profissional plural, capaz de prestar assistência e atenção farmacêutica em seus diversos segmentos.
      Na rede hospitalar esse profissional tem a responsabilidade com o controle e a distribuição de medicamentos aos pacientes. Na farmácia comercial, na venda de produtos, procurando criar a responsabilidade do paciente no uso dos remédios. Nas análises clínicas, a responsabilidade está em diagnosticar o melhor resultado para que um produto possa restabelecer a saúde de quem vai utilizar determinado medicamento. 
      A empregabilidade é imediata, pois os remédios são um bem de consumo essencial presente no interior, nos bairros das zonas nobres e periféricas das cidades. Eline comenta que é essencial para qualquer pessoa que trabalhe em uma farmácia, fazer o curso, até quem atende nos caixas. “O mercado de trabalho hoje em dia, procura o técnico em farmácia. Quem não tem experiência, raramente é contratado. É importante que todas as pessoas que trabalham em uma farmácia façam um aperfeiçoamento, que oferece uma base do trabalho do farmacêutico, o que possibilita ajudar às pessoas que necessitam de um medicamento”. 
      No curso os alunos aprendem uma variedade de informações básicas ao trabalho nas farmácias. “Eles aprendem desde a aplicação de uma injeção, a aferir pressão, medir a febre, como ensinar a fazer uma inalação e quais providências tomar quando uma pessoa está passando mal. Muitas pessoas acham que é fácil simplesmente atender no balcão, mas para isso é preciso ter uma base dos métodos a serem tomados, temos que resolver o problema de quem chega precisado de ajuda”, enfatiza Eline. 
      E além das farmácias comerciais, há uma variedade de campos de atuação como a de manipulação, hospitalar, análise clínica, acupuntura, citologia clínica (exames de lâmina), indústrias de alimento e cosmética.